sábado, 21 de agosto de 2010

Pai...
Nunca sei realmente, o que eu devo sentir quando ouço essa palavra. Mas sei que eu poderia rever isso, mas sou meio fraca com esse termo, e ás vezes sonho sonhos que jamais poderia realizar, que é ver e abraçar e conversar, se meu pai estivesse presente eu me orgulharia e daria toda a atenção, assim como eu queria a atenção dele. Mas isso seria troca de gestos normais de carinhos. Muitos não valorizam, mas eu faria tudo para essa oportunidade, e quem diria...  Que eu sentiria tanta falta, mas esse vazio não é recente, ele vem aos longos de mais que oito anos, enquanto eu sonhava, eu acreditava tanto que era real, e quando eu acordei era um mero sonho. E eu acordei em prantos e se acostumando com aquela dor. Sempre tentei encontrá-lo, eu tentei encontrar formas em todos os lugares, mas ainda não é tarde. Tenho aqui uma coisa para vocês admirarem enquanto meu coração se desgasta.
Posso olhar pra você.
18/06/10
Se você pudesse me ouvir agora...
Queria poder estar comemorando junto com você
a minha felicidade, meus sonhos se tornando realidade,
Queria poder estar sob o céu azul, e gritar até sentir o vento bater no meu rosto,
e ficar arrepiada com ruídos dos passarinhos.
Queria poder dizer á todos o que eu não disse ainda.
Eu me sinto tão feliz que agora nem sei mais quais são os fundamentos.
Mais agora não importa.
Não me importo mesmo, tudo que eu queria está em minhas mãos,
e tudo que eu desejo Deus faz das sementes se tornarem plantas.
Estou realizada e me sentindo uma pessoa nova cada dia que passa.
Queria poder te dar um abraço e dizer que cresci mesmo quando você não
estava presente, e que isso não foi problema.
Mais onde quer que você esteja volte, quero apertar e sentir cada emoção
de poder estar do seu lado.
Não importo o que as pessoas vão dizer, não importo se você ficou muito tempo fora.
Quero te ver agora isso é o que me interessa.
Queria que você pudesse ver o que eu realizei hoje.
E chorar por tanto tempo sem te ver, mais isso não é problema...
Queria pelo menos te olhar e dizer... Te amo!
Volta e me abraça, queria sentir como é um abraço de pai para filho!"

Cris Purcino. 

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Fragmentos.

Escuta-me, soa em seus ouvidos essa noite. Ignore o fato de me odiar, estou forçando a barra ás vezes. Sinto com que eu cedi muitas coisas para você me tratar dessa maneira. Mesmo que não se importe com uma só palavra. Não, eu não quero que se importe, mas ás vezes eu disse que te amava, todos os que me cercam disseram que você não presta. Mas eu te defendi, mas isso não foi um favor, eu me sinto bem e confortada. E quando você esta á passar eu te olho e você sabe... E quando você sorri, meus olhos continuam brilhando... Não me sinto bem quando esta á pensar coisas ruins, minha razão não tolera. Quando me abraça, é como se eu pedisse permissão para estar ali. E eu me torno tão vulnerável, quando vou embora sem dizer nada. E cada passo que eu sigo, será que me olha? Quando tento conversar da maneira diferente, você me propõe coisas que não entendo. Então não sobra espaço para me expressar, então agora sinto me remoendo de tal maneira. Porque não pára de falar? Então meus olhos vão se fechar parece que não tenho mais o que esperar. Então eu me desespero pela sua ausência, quando não está, eu despisto todos que estão em minha volta. Eu tornei meus hábitos diferentes, por causa das circunstâncias que você sempre propõe, e me tornei alguém melhor. Não que isso me torna alguém igual aos outros, mas conheço o seu senso critico, eu tento de várias maneiras não te deixar decepcionado. Mas para que pensar dessa maneira se quase não se importa com minhas atitudes. Mas tento de várias formas. E não quero ser um fantoche perfeito sem me sentir bem, sou o que sou, mas não o que você pensa. Ás vezes sou tão passiva, que eu mesmo queria fugir de mim. Quero um espaço para as coisas que penso a todo instante. E isso desgasta os meus pensamentos.


Cris Purcino.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Prática de ser Culta.


Posterioridade sentimental.
Estou bem clara da minha insanidade.
Mesmo ao rumo de atordoação.  
Sempre agradeço a forma da minha compaixão.

Confesso estou desapontada com minhas teorias, não estou tão focadas á elas.
Mesmo que não existem algumas possibilidades de haver alguma.

Estou praticando esse lado culto, mesmo que apedrejam – me por achar que ela não existe.
Manipular dessa forma, não seria injusto.
Calculando minhas memórias frias disponibilizando as janelas se abrirem.
E o conhecimento se torna parte de mim.


Cris Purcino.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Possibilidade de Sonhar

Seja feliz inexplicavelmente, mesmo que não á um sonho para se lembrar.
Quando nossa música preferida tocar, serão só mais uma simples
Canção de ninar.

Mais você irá se lembrar das nossas conversas antes de se deitar.
Se for simples à torna especial, porque não salvar nossos corações
Com as insolentes brincadeiras de não amar?

Hoje não inclui um dia sem um pensamento, mais por cada momento.
Os dias vão passando e as horas vão se acabando.
E ainda consigo te dizer.

Eu não consigo lembrar os meus sonhos...
Como vou saber se sonhei com você?

Pensei a cada minuto nesta mesma frase.
Não sei se foi em você que pensei antes deitar,
Ou se foi pra você àquela poesia que estava lá,
Mais eu sabia exatamente de onde que elas saíram.

Não descarte as novas chances, mesmo que não seja tão rápida a sua sutileza.
Se tudo o que nós fizermos ou falar, se tornarem coisas meras para se interpretar.
Eu prometeria que eu não deixaria de sonhar com você.

Pois saberia que não existiria a chance de me lembrar se sonhei com você.
Porque você já está se encaixando, era tudo o que eu estava esperando.
Quais são as possibilidades para não deixar de sonhar?!


Cris Purcino.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Desde Aquele Tempo


Não sabia mais o que escondia, qual era a vantagem?

 Eu sempre disse que não me importo muito.
 Desde aquele tempo me acostumei com as pessoas, me acostumei por elas não serem humanas.
E ás vezes deixar de ser educada, era estranhamente pensado por mim, mesmo que não havia possibilidades para “elas” pararem de falar, e cada vez mais aumentava minha indignação.
Não sei quando que foi o dia para qual, significava tanto...
Mais desde que aquele tempo inútil eu deixei.
Então não olhei quando precisava, não prezei como todos fazem.
Simplesmente deixei, e tudo que era deixado com tanta convicção, se transformava em fruto de ódio.
Desde aquele tempo, hoje todos tem um fato para se lembrar, todos tem algo para se lamentar, e agora estão olhando e não sabem como se comunicar.

Cris Purcino.